A escolha do nome

Além da casa já existir no plano espiritual, ela já existia na esfera terrena, pois o terreno já havia sido comprado e as obras já haviam começado, e com data marcada para abrir suas portas no dia 22 de Dezembro de 2007, mas a casa precisava de um nome.

Por orientação da dirigente espiritual, Vovó Maria Conga da Bahia, esta escolha não seria feita por ela, e sim pela dirigente e os colaboradores. A única orientação foi que no nome deveria começar com Casa de Caridade.

A partir daí, algumas sugestões foram dadas e o nome da casa foi escolhido: Casa de Caridade Divina Luz. Documentos foram redigidos, como a minuta do Regimento Interno e o Estatuto, porém um incômodo acompanhava a dirigente pois o nome escolhido não expressava o sentimento que para ela seria um Terreiro de Umbanda. No nome da casa deveria expressar as palavras do Caboclo das Sete Encruzilhadas: “Todas as entidades serão ouvidas, e nós aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais, e ensinaremos aqueles que souberem menos e a nenhum viraremos as costas e nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai”.

A dirigente Espiritual da casa, Vovó Maria Conga da Bahia havia – lhe ensinado que todo terreiro de Umbanda era um portal na espiritualidade, onde todo e qualquer espírito poderia se manifestar.

Foi então em uma noite, que unindo estes ensinamentos, pensou: Se todo terreiro de Umbanda é um portal para os espíritos que querem trabalhar, se os espíritos que trabalham nos terreiros de Umbanda são espíritos que vêm de Aruanda, porque não CASA DE CARIDADE PORTAL DE ARUANDA.

Uma Casa, um Portal de Aruanda, onde será praticado a caridade com amor e humildade pelos espíritos encarnados e desencarnados.

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